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HISTÓRIA DE MARVÃO

PARA VER, PARA SENTIR, FRUIR... E NÃO MAIS ESQUECER.

A enorme estrutura defensiva de muralhas e baluartes abraça o conjunto edificado, guardando toda a singularidade do burgo medieval. Nascida por razões defensivas, é a única fortificação portuguesa que manteve valor estratégico até ao século XIX e também a que apresenta um mais rico património histórico-militar.

 

Marvão participou em todas as guerras de Portugal contra inimigos externos, fazendo parte da primeira linha defensiva do território português. Conquistada aos mouros em 1166, esta “vila praça de armas” é povoada e recebe foral de D. Sancho II em 1226. No séc. XVI é construída a cintura de muralhas, abaluartada, que rodeia e defende o casario já existente.

Lugar único... fortemente demarcado de outras paragens, que a insensibilidade dos homens permanentemente tenta uniformizar, amalgamar num “global” incaracterístico.

 

Marvão é um Sítio!... feito da côr de floras exuberantes, que viajam pelas estações do ano, de “terras rossas”, de fragas que rasgam os cumes, de penedos rolados e de lajeados, onde o som da água perpassa, num contínuo, os campos domesticados pelo suor e o saber, donde brotam o vinho, o azeite, o mel, a castanha... para deleite de quem está e de quem chega... e se achega ao abrigo deste porto. Do alto de uma escarpa rochosa, a mais de 800 metros de altitude, a vila de Marvão domina a paisagem.

PONTOS DE INTERESSE

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Rio Sever

Nasce junto ao ponto mais alto da Serra de S. Mamede e é o seu mais importante curso de água. Percorrendo no sentido Sul – Norte o concelho de Marvão, faz fronteira com Espanha em parte do seu percurso e vai desaguar no Tejo junto à barragem de Cedillo.

 

Vale do Porto da Espada

Constituído na sua maior parte por terrenos calcários, forma uma manta de retalhos de coberto vegetal extremamente diversificado. Nas zonas mais baixas, agrícolas por excelência, intercalam-se searas, pastagens, soutos, olivais e hortas nas margens do Sever. Já as encostas são eminentemente florestais acolhendo, na encosta Norte, um soberbo azinhal entre Marvão e Porto da Espada.

 

Gruta da Cova da Moura

Cavidade natural que foi sendo alargada e explorada, através dos tempos, como mina de calcário, alberga atualmente a maior colónia de morcegos a Sul do Tejo.

 

Barragem da Apartadura

Situando-se na parte Sul do concelho, em terrenos de xisto, entrou em funcionamento em 1983 e abastece de água várias localidades dos concelhos de Portalegre, Marvão e Castelo de Vide.

 

Olhos de Água

Nascente que brota de solo calcário, foi usada para abastecimento público antes da construção da Barragem da Apartadura.

 

Anta da Granja

Datada do final do neolítico ou do calcolítico, é uma anta com câmara poligonal regular e corredor com 2 esteios paralelos, orientados para nascente.

 

Choça em Cabeçudos

Construção tradicional, de planta circular, cuja tipologia remonta à Idade do Ferro, foi utilizada até há pouco tempo como casa de habitação. Estas construções rudimentares mas muito eficientes, que chegavam a constituir pequenos aldeamentos, utilizam apenas matéria-prima obtida localmente.

 

Menir da Água da Cuba

Datado do Neolítico, situa-se na freguesia de Santo António das Areias, junto às casas da Água da Cuba. Tem 137cm de altura por 74cm de diâmetro máximo.

 

Chafurdão do Lagar dos Frades

Situa-se na freguesia de Santo António das Areias, à esquerda da estrada da Fonte de Souto. Trata-se de uma construção de falsa cúpula, com dois nichos no interior, podendo ter servido como habitação.

 

Caleiras da Escusa

Estes antigos fornos de cal são o testemunho de uma atividade milenar que perdurou até há pouco mais de vinte anos.

Caos Granítico

Vastos lajeados e blocos monolíticos de granito, a norte e nordeste da vila de Marvão, em maior profusão nas freguesias de Santo António das Areias e Beirã. Os parcos terrenos existentes, povoados por giestas e piornos, pontuados por um ou outro sobreiro ou carvalho negral, são basicamente usados para pastagens.

 

Penha da Esparoeira

Penhasco imponente que integra a crista quartzítica, na freguesia de Galegos, e constitui presença marcante na passagem para Espanha. Esta crista quartzítica constitui importante local de nidificação para diversas espécies, entre as quais o Bufo Real (Bubo bubo) e o Grifo (Gypsus fulvus).

 

Marmitas de Gigante

Em Galegos Cavidades abertas nas lajes do leito da ribeira, por ação da erosão da água ao longo dos tempos.

 

Vale de Ródão

Paisagem aprazível que se desenvolve a partir da crista quartzítica a noroeste da vila de Marvão. A parte superior das encostas é revestida por carvalhos negrais e castanheiros, enquanto que as zonas mais baixas são povoadas por pequenas quintas e casais.

 

Túnel das Árvores

Um conjunto de freixos centenários refrescam a estrada que liga Marvão a Castelo de Vide

 

Azinhal de Porto da Espada

Mata de azinheiras de porte considerável, alberga no seu interior espécies adaptadas aos solos calcários, entre as quais a lindíssima Rosa Albardeira, que floresce na Primavera.

 

Anta da Laje dos Frades

Datada do final do neolítico ou calcolítico, é uma anta com corredor e câmara poligonal irregular. Situa-se numa zona granítica, na freguesia de Santo António das Areias.

 

Menir dos Pombais

Datado do neolítico, situa-se numa elevação que domina a paisagem. Tem mais de 3m de altura.

 

Chafurdão da Mouta Raza

Datado da Alta Idade Média, situa-se a nordeste, a cerca de 300m de uma necrópole paleocristã, na freguesia da Beirã. Com um diâmetro interno de cerca de 5,35m, tem 3 nichos no interior e porta virada a sul.

 

Necrópole da Mouta Raza III

Datada da Alta Idade Média, situa-se na freguesia da Beirã. É constituida por treze sepulturas escavadas no granito, das quais apenas cinco não apresentam forma antropomórfica.

 

S. Salvador da Aramenha

Praça principal da vila, sede da segunda mais antiga freguesia do concelho de Marvão. Este povoado, que se encontra dentro do perímetro da antiga cidade de Ammaia, sobreviveu à queda do Império Romano e aqui permaneceu.

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IMAGENS  CEDIDAS  PELA CAMÂRA MUNICIPAL DE MARVÃO